-E você mais uma vez interferindo nos meus pensamentos, mais uma vez agindo sobre mim, sem eu perceber ou fingindo que não. Lá vem você com esse papo de poesia, de conversa boa, as vezes barata.
-E lá vem você mentindo mais uma vez pra mim, como se eu também não tivesse medo de assumir que o que construímos já é necessário pra dizer que te gosto.
-Pois é... Calemos a boca! Tome jeito! Me tome! Eu me dou, me empresto a ti, se preciso for, mas fique aqui enquanto habitar no meu ego, me influenciando e mantendo esse fluxo, essa ponte que interliga você a mim.
Escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Pen[Sen]sações II
Vejo vocês ressonando. Paro. Observo. Penso: não quero isso pra mim, morrerei aos cinquenta. Vejo-me. Paro. Observo-me. Penso: eu sou mais um de vocês, estou morto faz tempo, mas ainda não apodreci, por isso que nem eu e nem vocês perceberam isso.
Pretendo mudar, mas mesmo assim não deixarei o mau cheiro para trás, afinal sou gente. Pessoas fedem, na proporção em que vão criando conceitos, maturidade, opiniões, preconceitos, a não ser que respeitem o meu, o seu, o nosso e s p a ç o.
Caso feche os olhos para tudo isso, tenho medo da profunda solidão que posso ficar, pois posso manter-me calado, fechado, lacrado, solidado para sempre. É melhor estar junto ao podre, na lama, no podre, em podre, com podre, podre, porque sei que estarei vivo, me sentindo vivo, incluso neste espaço e mesmo no fétido mundo que habito é melhor existir do que querer desistir de existir, não quero solidão, nesse caso... Que venha o odor!
domingo, 31 de outubro de 2010
Conversas de ônibus
-Ruiva, entende assim: o amor que um dia sentiremos, será a antecipação do inferno. Que abram as portas! Morreremos felizes, o depois é consequência.
-Mas eu não entendo!
-Essas coisas não são pra entender, existem para serem sentidas. Afinal, como dizia a loira: "Somos animais, somos sentimentalistas, nos apegamos facilmente ao que desperta nosso desejo"
...
Conselhos
Expele toda essa água suja que passa no teu corpo, nessas veias que não passam de canais de esgotos.
Expulsa esse sal que sai dos teus olhos e que te deixa com cede de tanto prová-lo e, cada vez mais, vai me sugando pela necessidade que tem de mim, da minha transparência potável!
Exorcize esse monstro que habita em teu ego, cada vez mais egoísta!
Tenta te entender mais, só assim entenderá as equações mostradas desde o início, descobre tuas incógnitas!
Por trás das pálpebras irá descobrir que o escuro é passageiro, abre teus olhos! Se o preto ainda persistir, pensa em mim, meu coração é ferramenta para achar a luz.
Junta tudo, aprende!
Expulsa esse sal que sai dos teus olhos e que te deixa com cede de tanto prová-lo e, cada vez mais, vai me sugando pela necessidade que tem de mim, da minha transparência potável!
Exorcize esse monstro que habita em teu ego, cada vez mais egoísta!
Tenta te entender mais, só assim entenderá as equações mostradas desde o início, descobre tuas incógnitas!
Por trás das pálpebras irá descobrir que o escuro é passageiro, abre teus olhos! Se o preto ainda persistir, pensa em mim, meu coração é ferramenta para achar a luz.
Junta tudo, aprende!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Vírgulas
"Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio. Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca." (Oswaldo Montenegro)
É questão de inconstância mesmo, o tempo reajustará e alinhará as coisas!
E o medo que isso tudo gera, vai cessando e aos poucos as coisas vão ficando mais perceptíveis.
E acabo de descobrir que o acaso existe e tudo, ou certa parte das coisas, é obra da coincidência - apesar de crer um pouco no destino - mas devemos fazer por onde as coisas que nos foram dadas a partir disso, dar certo.
O medo que sinto é natural e o tempo ficará responsável pela naturalidade das coisas.
O anseio que sinto é natural, a aflição é um sofrer antecipado.
O silêncio lateja nos ouvidos, incomoda um pouco, mas amar é aceitar o silêncio alheio. Amar... É isso mesmo? Sei lá, mas ta bom até aqui.
Prometo não te engasgar com perguntas e afirmações, apenas respire, mantenha-se viva, isso é o necessário pra mim!
Não somos pontos, somos vírgulas em meio a tantas palavras.
É questão de inconstância mesmo, o tempo reajustará e alinhará as coisas!
E o medo que isso tudo gera, vai cessando e aos poucos as coisas vão ficando mais perceptíveis.
E acabo de descobrir que o acaso existe e tudo, ou certa parte das coisas, é obra da coincidência - apesar de crer um pouco no destino - mas devemos fazer por onde as coisas que nos foram dadas a partir disso, dar certo.
O medo que sinto é natural e o tempo ficará responsável pela naturalidade das coisas.
O anseio que sinto é natural, a aflição é um sofrer antecipado.
O silêncio lateja nos ouvidos, incomoda um pouco, mas amar é aceitar o silêncio alheio. Amar... É isso mesmo? Sei lá, mas ta bom até aqui.
Prometo não te engasgar com perguntas e afirmações, apenas respire, mantenha-se viva, isso é o necessário pra mim!
Não somos pontos, somos vírgulas em meio a tantas palavras.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Existe um logo aqui (Espelho)
Aquele que tanto sabe
Aquele que diz ser especialista nos mais diversos assuntos, se engana num específico: ele.
Existem espelhos, existe reflexo, falta perceber isso, meu caro
Que a transformação é ilusória, não pense que mudou, continuas o mesmo de sempre, só que ainda não reparou nisso ou pelo menos tenta se enganar
Existe Espelho!
Aquele que diz ser especialista nos mais diversos assuntos, se engana num específico: ele.
Existem espelhos, existe reflexo, falta perceber isso, meu caro
Que a transformação é ilusória, não pense que mudou, continuas o mesmo de sempre, só que ainda não reparou nisso ou pelo menos tenta se enganar
Existe Espelho!
Oras, contigo é melhor sem horas!
1... 2... 3...
Moça, segura o ponteiro do relógio!
Deixa o tempo passar não.
4...5...6...
Moça, vem pra cá, rápido!
Que essas poucas horas, foram suficientes pra ter certeza que os dias serão eternos.
Vai moça, deixa, o relógio não pára!
7...8...9...10...
Moça, tenha medo de olhar pra mim não, porque a hora é mais rápida que meu piscar de olhos e tenho medo.
11...
Graças! A pilha acabou!
Ficaremos assim, agora... Juntinhos!
Oras bolas, afinal, contigo é melhor sem horas!
Moça, segura o ponteiro do relógio!
Deixa o tempo passar não.
4...5...6...
Moça, vem pra cá, rápido!
Que essas poucas horas, foram suficientes pra ter certeza que os dias serão eternos.
Vai moça, deixa, o relógio não pára!
7...8...9...10...
Moça, tenha medo de olhar pra mim não, porque a hora é mais rápida que meu piscar de olhos e tenho medo.
11...
Graças! A pilha acabou!
Ficaremos assim, agora... Juntinhos!
Oras bolas, afinal, contigo é melhor sem horas!
domingo, 26 de setembro de 2010
Pen[Sen]sações
Meus pés me arrastam pra um lugar não tão longe, mas um pouco desconhecido.
Meus olhos não enxergam o que a minha boca sente
Meus dedos escrevem o que não deveria ser
Meu coração insiste em sentir a saudade
Meus ouvidos ainda sentem o soprar meigo e doce do presente um pouco passado.
Os meus olhos, meus dentes... Condizem com a realidade, são proporcionais a medida de que as coisas vão acontecendo:
Um lugar lindo, um enxergar enganador, escrituras mal resolvidas, uma saudade tamanha, a ventania acolhedora do soprar dos seus lábios.
Meus olhos não enxergam o que a minha boca sente
Meus dedos escrevem o que não deveria ser
Meu coração insiste em sentir a saudade
Meus ouvidos ainda sentem o soprar meigo e doce do presente um pouco passado.
Os meus olhos, meus dentes... Condizem com a realidade, são proporcionais a medida de que as coisas vão acontecendo:
Um lugar lindo, um enxergar enganador, escrituras mal resolvidas, uma saudade tamanha, a ventania acolhedora do soprar dos seus lábios.
sábado, 21 de agosto de 2010
A Preta
Sinta meu abraço
em seu colo
na distância
sorriso no olho
Preta, maluca, água na boca
Saudoso, melhor... Em casa
Nas costas, arranhões
Nas marcas, o pra sempre
Nas feridas, abertas, fecham, abrem, fecham.
Cicatriz, eterna, justificáveis: é que marca!
Preta, maluca, água na boca
Saudoso, melhor... Enfim, em casa.
sábado, 14 de agosto de 2010
Explicações
É que as letras e as palavras foram perdidas e esquecidas - tentarei achá-las - os dias passando, as pessoas aparecendo e o tempo cada vez mais consumido. Tenho muito a dizer, ainda não parei, o que tinha começado foi apenas um breve começo.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Reajustes
É que quase ninguém entende que o sorriso não está diretamente ligado a face
Assim como quem sofre não precisa transmitir com gestos
O problema é que quem dá e quem recebe,as vezes faz isso de maneira desproporcional
Preciso reajustar as coisas, inclusive minha face!
Assim como quem sofre não precisa transmitir com gestos
O problema é que quem dá e quem recebe,as vezes faz isso de maneira desproporcional
Preciso reajustar as coisas, inclusive minha face!
domingo, 25 de abril de 2010
Pensações soltas II
Olhou pra mim, em cinco segundos já sabia muitas coisas, erradas, mas sabia.
Se não me conhece, possivelmente é pra vc!
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“Com absoluta sinceridade, tento ser otimista a respeito de todo esse assunto, embora a maioria das pessoas sinta-se impedida de acreditar em mim, sejam quais forem meus protestos.
Por favor, confie em mim. Decididamente, eu sei ser animado, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça pra ser simpático. Simpatia não tem nada a ver comigo."
Zusak, Markus, 1975 - A menina que roubava livros - Rio de Janeiro : Intrínseca, 2007.
Zusak, Markus, 1975 - A menina que roubava livros - Rio de Janeiro : Intrínseca, 2007.
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sábado, 24 de abril de 2010

Bastaria uma só
Pra eu realmente saber o que é o inferno
Pra eu realmente saber o que é o inferno
Me ver entre os carros, sem o teu apoio
Me ver entre aquelas pessoas, sem ter você
Me ver entre aquelas pessoas, sem ter você
Se é justamente aquilo que me faz sorrir - cerca de metade do meu dia
Suas constantes mudanças de humor me deixam confuso, como a sua fragilidade humana pode se transformar em rocha?
Não quero que cubra seus dentes, deixem visíveis a mim
As suas alegrias podem ser minhas tristezas. É que a qualquer hora do segundo semestre desse ano, você poderá receber uma das maiores notícias, porém é algo que vai fazer você ir pra longe.
Eu só queria uma semana
Bastaria uma só
Pra eu realmente saber o que é o inferno...
Pra eu realmente saber o que é o inferno...
Não saia de perto de mim!
Que eu possa aprender com você a razão de estar aqui...
Que eu possa aprender com você a razão de estar aqui...
Ao inverso de mim

Sinto muito!
Perdoe-me!
Nada dessas coisas são justificáveis, sempre piso na bola...
Nada dura pra sempre? Quem foi que disse?
Nossas promessas que um dia fizemos, quando estava com medo, serão eternas.
Nada dessas coisas são justificáveis, sempre piso na bola...
Nada dura pra sempre? Quem foi que disse?
Nossas promessas que um dia fizemos, quando estava com medo, serão eternas.
Sim! Eu sinto muito em não estar presente quando você precisou. Mas nunca esqueça as diversas vezes que segurei a sua mão, e acabei substituindo o seu pai, esperando você dormir.
Alegro-me em saber que existem pessoas ao meu redor, por horas as pessoas viram coisas, logo não são pessoas, mas você é sim e sempre será a minha maior pessoa, aliás uma das. Mas se é preciso escolher alguém pra ir numa guerra... O meu amor - como eu te chamo - irá na guerra comigo.
Alegro-me em saber que existem pessoas ao meu redor, por horas as pessoas viram coisas, logo não são pessoas, mas você é sim e sempre será a minha maior pessoa, aliás uma das. Mas se é preciso escolher alguém pra ir numa guerra... O meu amor - como eu te chamo - irá na guerra comigo.
Ahh! Mas eu te odeio! Cuspo suas fotos, te esfaqueio, mas nessa vida amor e ódio são comparsas, são duas coisas que são protagonistas da nossa vida, amor.
Minha maior carga positiva que se opõe aos meus pensamentos positivos. O meu espelho. O inverso da minha alma. Você, meu amor, minha linda... Você!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
É o que amo
Queria que pudesse segurar a minha mão pra sempre
Que acalmasse meus medos
Ahh! Sentir a sua voz acalma, como acalma...
Ahh! Sentir a sua voz acalma, como acalma...
O triste é saber que nada é pra sempre, que um dia nossas vidas se separarão, mas com a certeza de que sempre estaremos ligados um ao outro.
É que tudo que você faz por mim, eu posso até não retribuir conforme mereça, me perdoe. É que sou incapaz de entender, talvez até entenda.
Amar é somente o que te posso oferecer.
Amar é somente o que te posso oferecer.
Mãe, você que nos faz sorrir em meio à dor
que vive nos alertando dos perigos
e corrigindo se preciso for.
que vive nos alertando dos perigos
e corrigindo se preciso for.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Pensações Soltas I
Sorrisos toscos, falsificando a harmonia
Por favor, direcione as palavras aos meus ouvidos!
Procuro colocar os pingos nos "ís" certos, mas não consigo
Sensações voltam com o passar do tempo, sensação de se estar só
Andar na rua, com tantas pessoas ao redor é complicado com essas sensações
É como se estivesse num enorme vácuo, meio que num labirinto, perdido
Os meus, fazem falta, como fazem...
quinta-feira, 18 de março de 2010
Ressalva!
Pronomes não querem dizem nada aqui, nem sempre escrevo para pessoas, acho melhor escrever para o abstrato, onde os sentimentos ou valores são melhores do que os de nós mesmos.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Para a minha Maior Saudade
"Liberdade pra dentro da cabeça"
Sempre que eu ouço associo sempre a você
Demorou muito a perceber, a cair a ficha, o quanto é importante pra mim
Mas depois que cada um conheceu o que o outro é de fato, meus sentimentos só fizeram crescer
Meus laços serão eternos
E mesmo que me provem ao contrário que eternidade não existe, "eternerei" você em mim
Ao mesmo tempo que somos tão diferentes, somos tão parecidos
Somos paralelos, talvez
Foi junto a você e com você, que achei perdido em um baú coisas que pensei nunca mais encontrar
Também a tal felicidade
E junto a ti também, segurando minhas mãos, que expulsamos vários fantasmas
"De tudo ao meu amor serei atento"
Consigo saber agora o que queriam dizer com saudade
Você? A minha maior saudade!
domingo, 7 de março de 2010
Destino

Eu tenho lugares a seguir
Mas mesmo que eu entre num labirinto, encontro você
Não que eu queira, mas o destino é consequência dos meus atos
Tento não olhar pro outro lado da calçada
Mas vem você e se atira nos carros, por impulso acabo olhando
E percorro quilômetros pra tentar fugir, não adianta
No fim da estrada uma bifurcação, direita ou esquerda?
Se escolho direita você vem de contra mão
Não que eu queira, mas o destino é consequência dos meus atos
sábado, 6 de março de 2010
Emaranhado de ''certas coisas''
Preciso dos rostos bonitos, pela mídia considerados "os perfeitos", e o lado simples das coisas pra me completar, assim juntando os dois, consigo ser um ser completo e perfeito. O foda é que nem sempre os dois andam na mesma calçada.
**
Parece que agora posso respirar melhor, desprovidos dos olhos maliciosos e línguas incômodas que agora são meros quilômetros. Mas seguido dessa grande perturbação o que me atormenta ainda mais é esse "silêncio meu". Daí sinto a saudade dos meus, que estão naqueles ares tediosos. Que confuso, mas é assim mesmo. A vida é como uma grande roda-gigante: começo, meio e fim, as vezes quando mais alto estamos, caímos sem querer, por muitos instantes acompanhados.
Não há como comparar vitórias, números e alegrias são inúteis através dos olhos de quem enxerga. Comparar a vitória pessoal de seus conflitos com uma Grande Guerra é bem relativo dependendo do que você conquistou. No meu caso, apenas rompi um cordão umbilical psicológico que prendia de certas coisas.
**
Talvez eu seja bem ilegível, talvez um copo de água tenha caído nas minhas brancas folhas.
Consigo me imaginar como uma cafeteira, conservo bem as coisas por dentro, já por fora o tempo e as pessoas ficam responsáveis por isso.
**
Não precisa querer entender o que quero que entenda
Apenas, entenda o que acha que foi entendido
Apenas, entenda o que acha que foi entendido
domingo, 21 de fevereiro de 2010
U t o p i a
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Tolice
Há muito tempo acabou
Corte os pulsos agora
Já ejetei essas águas salgadas dos olhos
Agora é a sua vez de provar o gosto temperado desse sal
Apague as tatuagens deixadas!
Assoprei a vela, a luz acabou.
Mas quem vive no escuro é você agora
Agora gaste o solado contra o relógio
Mesmo que tente voltar um pouco as coisas, não vai adiantar
Agora é a minha vez de ser um pouco amargo.
Corte os pulsos agora
Já ejetei essas águas salgadas dos olhos
Agora é a sua vez de provar o gosto temperado desse sal
Apague as tatuagens deixadas!
Assoprei a vela, a luz acabou.
Mas quem vive no escuro é você agora
Agora gaste o solado contra o relógio
Mesmo que tente voltar um pouco as coisas, não vai adiantar
Agora é a minha vez de ser um pouco amargo.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Faz um favor?
Faz um favor?
Dá pra me traduzir?
Não?
Você não consegue?
Por que não?
Ué, e eu sou quantos afinal de contas?
Faz um favor?
Me ensina como eu acho o meu verdadeiro eu?
Ah é! O meu eu é você.
Dá pra me traduzir?
Não?
Você não consegue?
Por que não?
Ué, e eu sou quantos afinal de contas?
Faz um favor?
Me ensina como eu acho o meu verdadeiro eu?
Ah é! O meu eu é você.
Estranho né?
Quem é esse estranho que eu conheço tão bem?
Quem é esse estranho que me conhece tão bem?
Alguém conhece você?
Fale-me logo as coisas ocultas de você!
Droga! Pensei que te conhecia, vamos voltar do começo:
“Oi! Quem é você?”
Quem é esse estranho que me conhece tão bem?
Alguém conhece você?
Fale-me logo as coisas ocultas de você!
Droga! Pensei que te conhecia, vamos voltar do começo:
“Oi! Quem é você?”
Impressão
Não imprima essa esta estampa que você pode ter visto em mim
Nem sempre a primeira impressão é a que fica
Posso ser uma janela, abro as portas, mas também posso trancá-las
Ser aberto, em instantes... Em dias de sol
Ser fechado, talvez na maioria das vezes, em tempo de chuva, como chove! Mas se digo que me tranco não te dou a chave
Mas é porque eu não deixei ainda as pessoas me conhecerem melhor
Mas é que também têm as exceções, poucas pessoas têm a minha chave, estas me conhecem melhor.
Imprima apenas que posso me adaptar a você, ou não.
Escreva no livro o que eu e somente eu te disser
Coloque um corretivo no que te disseram, pois como já disse: nem sempre a primeira impressão é a que fica.
Nem sempre a primeira impressão é a que fica
Posso ser uma janela, abro as portas, mas também posso trancá-las
Ser aberto, em instantes... Em dias de sol
Ser fechado, talvez na maioria das vezes, em tempo de chuva, como chove! Mas se digo que me tranco não te dou a chave
Mas é porque eu não deixei ainda as pessoas me conhecerem melhor
Mas é que também têm as exceções, poucas pessoas têm a minha chave, estas me conhecem melhor.
Imprima apenas que posso me adaptar a você, ou não.
Escreva no livro o que eu e somente eu te disser
Coloque um corretivo no que te disseram, pois como já disse: nem sempre a primeira impressão é a que fica.
Quatro Elementos
Sob o fogo ardente do sol queimando o rosto juntamente com o vento forte
Com a água cada vez mais forte nas costas, além de andar quilômetros em terra barrosa
...
Foi o que fiz nesses dias.
Com a água cada vez mais forte nas costas, além de andar quilômetros em terra barrosa
...
Foi o que fiz nesses dias.
Nem sempre
Nem sempre encontro sorrisos
Nem sempre encontro abraços
Mas sorrir e abraçar é não me sentir como me sinto, nem sempre.
Nem sempre eu sorrio e nem sempre eu abraço
Abra os dentes, quero sentir vocês
Dessa forma não me sinto como me sinto, nem sempre
Nem sempre encontro abraços
Mas sorrir e abraçar é não me sentir como me sinto, nem sempre.
Nem sempre eu sorrio e nem sempre eu abraço
Abra os dentes, quero sentir vocês
Dessa forma não me sinto como me sinto, nem sempre
Olhares
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Aprenda!
Não consigo inspirar estes ares que me privam de certas coisas. Aprenda a exalar menos essa fumaça que acorrentam as pessoas!
Coisas veladas, como moldes já definidos nessa sociedade que julga o desconhecido, é mais que hipocrisia, é hipercrisia. Aprenda a ser mais tolerante e flexível as coisas, conheça primeiro!
Apesar de não estarmos mais na idade dos escravos, já está mais que na hora de quebrar as correntes, quebrem-nas!
É a realidade pura dos seres ignorantes, nós!
Era do click, mas não me mande ser tão rápido como o mouse. Aprenda a esperar!
Não mande, apenas peça. Nem sei se obedecerei. Aprenda a conviver comigo, sei que sou difícil de lidar.
Coisas veladas, como moldes já definidos nessa sociedade que julga o desconhecido, é mais que hipocrisia, é hipercrisia. Aprenda a ser mais tolerante e flexível as coisas, conheça primeiro!
Apesar de não estarmos mais na idade dos escravos, já está mais que na hora de quebrar as correntes, quebrem-nas!
É a realidade pura dos seres ignorantes, nós!
Era do click, mas não me mande ser tão rápido como o mouse. Aprenda a esperar!
Não mande, apenas peça. Nem sei se obedecerei. Aprenda a conviver comigo, sei que sou difícil de lidar.
O melhor gosto
Já senti o gosto amargo de areia na boca
Além de pés número 35 em cima de mim
Fotos que não me saem da cabeça
Mas não tem gosto melhor do que ver carregarem sacos de areia nas costas
Além de pés número 41 cheios de calos
Vomitei nas fotos que guardo na lembrança, limpem-nas!
Realmente, o melhor gosto é o da vitória!
Além de pés número 35 em cima de mim
Fotos que não me saem da cabeça
Mas não tem gosto melhor do que ver carregarem sacos de areia nas costas
Além de pés número 41 cheios de calos
Vomitei nas fotos que guardo na lembrança, limpem-nas!
Realmente, o melhor gosto é o da vitória!
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